Análise – Ninjin: Clash Of Carrots

Ninjin é um ótimo exemplo de game simples que vicia rapidamente.

Introdução

Ninjin é um game que mistura elementos de Beat’em Up com rolagem lateral, sendo que a cada fase você tem que vencer uma horda de inimigos separados por rodadas.

Na história do game, em um certo país, existe uma dinastia governada por Porcos, sendo que um deles, Shogun Moe, quando criança odiava cenouras pois sua mãe o obrigava a comer. Quando ele se torna adulto, ele decreta que cenouras sejam utilizadas como moeda, para assim ninguém mais sofrer o que ele sofreu.

Mas em um vilarejo de coelhos, eles continuaram comendo, e assim o Shogun Moe manda roubar todas as cenouras do vilarejo. Ninjin, um ninja coelho do vilarejo, parte então em busca de justiça.

Hordas de inimigos

Som

Os efeitos sonoros do game lembram desenhos, filmes e outras coisas relacionadas ao Japão Feudal, por exemplo, o som de inimigos se aproximando com sapatos de madeira, o som de abertura de baús com itens, ao iniciar uma fase aquele som de duelo, etc.

O game não possui diálogos conversados, apenas com sons repetidos, similar a jogos como Banjo Kazooie e Celeste, onde os textos são mostrados na tela, e você ouve um tipo de “Blá Blá Blá”. Falando em diálogos, o jogo está totalmente em português.

Usando ataques

Na parte das músicas, com exceção da seleção de fases e da parte do mercado, boa parte delas são aceleradas para auxiliarem na imersão no ritmo do jogo.

A música dentro do mercado é excelente, e fica na cabeça, com uma composição com alguns latidos ou grunhidos rs…

Outro ponto interessante, é quando aparece um inimigo novo, e aparece uma animação com música, no melhor estilo Mega Man.

Jogando projétil

Gráfico

Os gráficos do game, seguem um estilo de Pixel Art, mas bem detalhado. Os cenários são bem vivos, cheio de detalhes ao fundo.

Diálogos com inimigos

Os personagens são bem caricatos, e cada um deles foi desenhado de uma maneira combinando a habilidade com o estilo artístico. Por exemplo, existe um tofu gigante, que quando você corta ele, ele vira 4 minis tofu rs.

Além disso, no mercado, também é possível comprar máscaras para personalizar o personagem.

Navegação entre as fases

Controles

Os comandos básicos do game são bem simples, no teclado:
Z – Ataque com Espada / Arma
C – Lançar Projétil
Espaço – Usar o Dash
Espaço + Z – Ataque especial do Dash com Espada / Arma

Infelizmente como o jogo exige rapidez em alguns movimentos, ao jogar no teclado, isso pode ser bem desconfortável, além de atrapalhar em algumas fases. A partir do segundo mundo, comecei a usar o controle do Xbox One, ai melhorou a experiência com o game.

A movimentação da fase é em progressão, similar a um jogo Shoot’em Up de Navinha. Você então tem um espaço limitado para se movimentar para cima e para baixo, e para os lados um pouco mais.

Loja de itens

Ao utilizar o Dash (que você consegue se esquivar) ou ao lançar projéteis, você gasta um pouco da energia do Ninjin, e se ela esgotar, você precisa esperar recarregar.

Ao utilizar a arma (que pode ser Espada, Lança, etc), você vai enchendo uma barra de especial, ao finalizar você desfere um especial na tela, conforme o item colocado no Ninjin. Por exemplo, o item de fogo, faz virar um dragão gigante que você pode usar para vencer os inimigos.

As fases são separadas em rodadas, a cada rodada se você fazer um combo ou não tiver danos, você tem parte da vida restaurada.

Encurralado por inimigos

Diversão

O jogo tem uma pegada que vicia, sendo extremamente gostoso de se jogar. Além disso, os diálogos são cheios de referências e piadas nacionais, como por exemplo, logo no começo da jornada, um senhor chega ao Ninjin quando ele está saindo do vilarejo, e grita “E não esquece de comprar pão”, pode até parecer uma piada boba, mas cria um universo cativante ao game.

O único ponto negativo talvez, seja com a mudança brusca de dificuldade, por exemplo, em uma fase você está tranquilo, vencendo todos os inimigos. Ai na fase seguinte, você já sente uma dificuldade mais elevada para passar, tendo que comprar outros itens ou mudar estratégias. E quando passa, a próxima fase volta a ficar mais fácil.

Não cheguei a testar os modos online do game, nem cooperativo offline, até entrei nos menus, mas não testei como era a experiência.

Fazendo combos

A campanha do jogo na dificuldade normal leva cerca de 4 horas.

Outras informações

O último chefe tem 3 formas, e ele é bem chato de vencer. Como dica para vencê-lo, utilize o elemento Fogo, a arma Espada Varinha e nos itens adicionais coloque o de que a barra de especial suba em 1,5% mais rápido.

O segredo está em atingir o chefe rapidamente até encher a barra de especial, fazendo isso nas 3 rodadas você consegue acabar rapidamente.

Complementos que usei para vencer a última fase

Preço

Na PSN, o jogo está R$ 45,90, Clique Aqui para saber mais.

Na Steam, o jogo está R$ 28,00, Clique Aqui para saber mais.

Na Xbox Live, o jogo está R$ 69,00, Clique Aqui para saber mais.

Obs.: Apesar de ter para Nintendo Switch, o game ainda não está disponível na eShop brasileira.

Encerramento do game

Considerações Finais

Eu particularmente gostei bastante do Ninjin, com personagens carismáticos e uma história louca com reviravoltas e cheia de piadas e momentos cômicos.

O game possui algumas mudanças de dificuldade em sua jornada, mas nada que atrapalhe na experiência final. Lembrando que para o último chefe, que é bem difícil a dica está logo acima na área de Outras Informações.

Se você ver em alguma promoção, ou gostar de games com piadas que mesclam gêneros e que possuem um desafio para ser zerados, abrace, pois Ninjin: Clash Of Carrots vai te surpreender.

Ninjin foi gentilmente cedido pela desenvolvedora do game, Pocket Trap, saiba mais sobre eles no site www.pocket-trap.com.

Abaixo um vídeo de gameplay do nosso canal, se possível se inscreva lá e dê um joinha no vídeo para nos ajudar XD.



Abraços pessoal e até a próxima.

About Daniel Atilio

Analista e desenvolvedor de sistemas. Técnico em Informática pelo CTI da Unesp. Graduado em Banco de Dados pela Fatec Bauru. Entusiasta de soluções Open Source e blogueiro nas horas vagas. Autor do projeto Terminal de Informação, onde são postados tutoriais e notícias envolvendo o mundo da tecnologia.

Daniel Atilio

Analista e desenvolvedor de sistemas. Técnico em Informática pelo CTI da Unesp. Graduado em Banco de Dados pela Fatec Bauru. Entusiasta de soluções Open Source e blogueiro nas horas vagas. Autor do projeto Terminal de Informação, onde são postados tutoriais e notícias envolvendo o mundo da tecnologia.