Análise – Toby: The Secret Mine

Toby é um daqueles indies, que deixam o gostinho de quero mais.

Introdução

Toby: The Secret Mine é um game de plataforma com puzzles. A história do game se passa em um vilarejo montanhoso, em que alguém sequestrou a maioria de seus habitantes.

Alguns valentes, tentaram resgatar os amigos presos, mas nenhum voltou. O pequeno Toby, decidiu agir e foi procura-los sozinho, e a partir desse ponto começa a jornada.

Jornada esplêndida do pequeno Toby

Som

Os efeitos sonoros do game, são simples, mas memoráveis, como quando você aperta o botão de ação e Toby dá de ombros e é emitido um som.

Ou quando você morre por algum motivo na fase, também é emitido outro som. Inclusive um “somzinho” que eu me lembro bem, é quando você anda por alguma plataforma secreta e faz aquele ranger.

Perigos na Floresta

O clima do game é melancólico, e as músicas acompanham isso, geralmente nas fases não se tem alguma música, sendo que a maioria fica em silêncio. Existem algumas exceções, como o som da chuva ou o som do vento em determinadas fases.

Existem também algumas partes sonoras para aumentar a emoção no game, como quando você chega perto dos sequestradores, e começa um som de perseguição.

Lasers são perigosos

Gráfico

Assim como em Limbo, o gráfico é estupendo. Todos os cenários de fundo, são desenhados com mínimos detalhes, e isso em algumas fases (como no deserto ou a chuva caindo) traz uma imersão gigante.

Esse trecho do carrinho é sensacional

O personagem em si, é todo colorido de preto, assim como o chão (com exceção de algumas fases, como da neve), sendo que a água tem uma coloração diferente, e objetos pontiagudos possuem as pontas avermelhadas como se fosse um sinal de “atenção”.

Tem bichos andando nesse chão? rs

Controles

Os controles do game são bem simples, sendo que os comandos (no Xbox One) são:
Analógico Esquerdo – Movimenta o personagem
Botão A – Pular
Botão B – Executar alguma Ação

Avistando o inimigo

As mecânicas são as clássicas de games de plataforma, onde você pode ir para trás ou para frente. A física do game também é bem calibrada, e o pulo tem uma altura considerável, sendo que algumas vezes, você precisará medir a distância para não ficar caindo em buracos ou coisas do tipo.

Nas partes de puzzles, com o analógico é controlado alguma seção de ativação (como inverter quadros ou escolher luzes) e com o botão A é feito a ação.

Os detalhes gráficos são muito bonitos

Diversão

Apesar de na descrição do game, estar escrito que ele seria difícil, eu morri sim algumas vezes, mas não achei o game tão difícil.

O grande chamariz nele, além do lindo gráfico, são a combinação dos puzzles com as tomadas de decisões nas fases, e isso me agradou muito.

Cuidado com as armadilhas Toby

Para terem uma noção, eu terminei o game com pouco menos de 2 horas, e fiquei com a sensação “Nossa, já acabou?” rs… Sim eu queria que durasse um pouquinho mais.

Outras informações

É difícil falar de Toby sem comparar com Limbo, afinal a aparência de ambos os games é bem similar. Inclusive na descrição do game, é citado Limbo e Badland como fontes de inspiração.

Outro ponto que chama a atenção, é o final do game, que pode ser feito do jeito bom e do jeito mal, e em um dos finais, existe um plot twist, que faz você imaginar o que levou essa situação do universo do game.

Resolvendo enigmas

Preço

Na PSN, o jogo está R$ 45,90, Clique Aqui para saber mais.

Na Steam, o jogo está R$ 19,99, Clique Aqui para saber mais.

Na Xbox Live, o jogo está R$ 19,00, Clique Aqui para saber mais.

Obs.: O game também foi lançado para o Nintendo Switch, mas não consta na eShop brasileira.

Enfrentando os sequestradores

Considerações Finais

Toby: The Secret Mine é um belo game indie, com um visual artístico muito bem feito e minimalista.

Por ser um game curto, pode não agradar alguns jogadores (ou agradar tantos outros rs), sendo que com menos de 2 horas é possível zerar (e até platinar o game).

Confira abaixo o gameplay no nosso canal no Youtube.

Abraços pessoal, até a próxima.

About Daniel Atilio

Analista e desenvolvedor de sistemas. Técnico em Informática pelo CTI da Unesp. Graduado em Banco de Dados pela Fatec Bauru. Entusiasta de soluções Open Source e blogueiro nas horas vagas.

Daniel Atilio

Analista e desenvolvedor de sistemas. Técnico em Informática pelo CTI da Unesp. Graduado em Banco de Dados pela Fatec Bauru. Entusiasta de soluções Open Source e blogueiro nas horas vagas.

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