Análise Pocket – Full Metal Furies

Venha vencer os titãs com as fúrias.

Sobre o Game

Em futuro, após muitas guerras, os Titãs, antigos seres que dominam o planeta, estão trazendo um colapso para ver quem irá comandar.

Enfrentando parasitas

Nesse cenário, algumas guerrilheiras, conhecidas como Fúrias, partem para cima dos Titãs para trazer liberdade para a humanidade. O game segue uma pegada de Beat’em Up com elementos de progressão como em um RPG (similar a Castle Crashers).

Full Metal Furies tem a parte gráfica feito pelo brasileiro Glauber Kotaki.

Pontos Positivos

A história do game, e a interação entre as personagens, é além de divertida, contagiante. A gente sente que a afinidade entre elas, e o estilo único de cada, contribui para situações e conversas inusitadas.

Melhorando atributos

Como Beat’em Up, o jogo possui diversos macetes e combos que podem ser realizados, além de melhorias em armas e poderes especiais. Se jogar em Coop, a diversão deve aumentar e muito.

Pontos Negativos

Mas se você for jogar sozinho, assim como qualquer jogo com fórmula Beat’em Up, a repetição atrapalha e acaba fazendo com que a experiência seja enjoativa.

Escapando das bombas

No meu caso mesmo, após passar o primeiro Titã, quando comecei o segundo mundo, as lutas estavam sendo repetitivas, e acabei parando de jogar o game, talvez quando alguma sobrinha minha vir em casa, eu continue jogando com elas.

Veredito

Se você for fã de Beat’em Up, ou quiser jogar de forma descompromissada, Full Metal Furies é uma excelente pedida. Ou até mesmo se você tiver crianças pequenas, ou amigos para se jogar online, também vale a experiência.

Agora se for um jogador single player, daqueles que fazem maratonas de jogos atrás de jogos, pode ser que enjoe bem rápido do game.

Confira abaixo a análise em vídeo:

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Abraços pessoal, até a próxima.

About Daniel Atilio

Analista de sistemas e blogueiro nas horas vagas. Pode ser encontrado jogando Tetris por ai.

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