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Análise – Power Rangers: Battle For The Grid

Após anos, um novo game de luta dos Rangers para agradar os fãs da série.


Introdução

São 25 anos de Power Rangers galera, e para comemorar, foi lançado esse game para os fãs, sendo que ele segue o estilo de jogos 3×3 (usado por exemplo em Marvel Vs Capcom).

O enredo do game segue os acontecimentos da série de quadrinhos Shattered Grid. Nessa história, em uma realidade paralela, Tommy Oliver (Ranger Verde / Branco) ao ser libertado do feitiço da Rita Repulsa, ao invés de se juntar aos Rangers, ele se junta com a própria Rita para dominar a Terra.

Com isso, ele acaba até mesmo com a própria Rita e se torna o Lord Drakkon. Além dele dominar aquela realidade, ele parte pelo multiverso dos Rangers querendo expandir o seu império.

Menu principal

Som

As músicas são compostas de mixagens de outras trilhas dos Power Rangers, assim como na tela de menu tocando a clássica música do Mighty Morphin Power Rangers em versão remixada.

As músicas, não são aquelas “chicletes” que ficam na nossa mente por tempos, e até mesmo alguns estágios acabam passando despercebidos as suas músicas.

Tela de Seleção de Personagens

Nos efeitos sonoros, o game não possui conversas entre os personagens ou vozes dubladas, com exceção da narração e da execução de alguns golpes e ataques onde um ou outro grito são tocados.

Um ponto positivo para o game, é que ele veio com legendas e com todos os textos adaptados para o Português brasileiro, assim sendo, deixando fácil a compreensão.

Diálogo entre Gia Moran e Goldar

Gráfico

Como o game não teve um orçamento AAA, inclusive o preço dele é bem convidativo (por ser um lançamento e por ser de uma franquia conhecida), ele não teve um grande polimento nessa parte.

Porém, isso não afeta em nada na sua jogabilidade ou diversão. Os menus e em algumas partes do game, até mostram os desenhos como na série de quadrinho, porém o game inteiro é poligonal com jogabilidade em 2D.

Encerrando uma batalha com combos

A modelagem dos personagens lembra muito o das séries animadas, sendo que são 9 personagens controláveis (acho que talvez vão adicionar outros depois, assim como outros games luta da atualidade):

  • Tommy Oliver (Ranger Verde – Mighty Morphin)
  • Jason Lee Scott (Ranger Vermelho – Mighty Morphin)
  • Gia Moran (Ranger Amarela – Mega Force)
  • Ranger Slayer (Ranger Rosa – Shattered Grid)
  • Kat Manx (Ranger Branca – Space Patrol Delta)
  • Magna Defender (Ranger Preto – Lost Galaxy)
  • Lord Drakkon (Ranger Branco / Verde – Shattered Grid)
  • Goldar (Vilão – Mighty Morphin)
  • Black Mastodon Sentry (Ranger Preto – Shattered Grid)

O único ponto que achei que poderiam melhorar, era ter algumas animações no modo Arcade, tanto no começo, quanto no fim do game, poderiam ser até mesmo algumas ilustrações em desenho, assim a compreensão da história ficaria mais fácil para quem não leu os quadrinhos.

Se preparando para enfrentar o Lord Drakkon

Controles

Os comandos do game são bem fáceis e simples, sendo que, temos um botão para Ataque Fraco (X), Ataque Médio (Y), Ataque Forte (B) e Ataque Especial (A).

A partir disso, é possível criar e executar os combos, sendo que no game não é necessário dar meia lua, trás frente ou outras combinações para executar golpes especiais. Apenas é necessário segurar em alguma direção e pressionar o botão de Ataque Especial.

Ao encher a barra de especial, também é possível executar um golpe pressionando o Ataque Forte + Ataque Especial. E também é possível chamar um Mega Zord, ao perder um dos personagens.

Briga de Rangers

O game é bem fácil (pelo menos o modo Arcade), onde eu zerei com todos os personagens, e existem personagens rápidos (bons para combos), personagens fortes (porém lentos) e personagens com projeteis (ótimos para assistências).

Para chamar um personagem para dar assistência basta pressionar LB ou RB (L1 ou R1), se quiser trocar de personagem, tem que pressionar duas vezes (às vezes eu me confundia, talvez seria melhor se a opção fosse segurar o botão).

Infelizmente não consegui jogar online, não estava achando oponentes.

Lutando em equipes

Diversão

Tirando a parte de não ter animações para auxiliar na história, me surpreendi positivamente com o game, ele é extremamente divertido, principalmente na parte de combos e assistências.

Porém, como não existem muitos modos no game, ele pode ser enjoado facilmente, há não ser que você tenha alguma criança em casa, pois como o game é bem fácil os comandos, pode ser bem adaptado para os pequenos.

Rangers de gerações diferentes

Um outro ponto bem legal, são nas animações dos movimentos e dos golpes especiais, como por exemplo, do Ranger Verde, quando chama o Dragon Zord, e vem aquela musiquinha da flauta.

Como é um game de luta, as horas de jogatina são variáveis, porém, no modo Arcade tem 8 lutas, e o tempo leva cerca de 15 a 20 minutos.

Outras informações

Se você é fã de heróis no estilo Power Rangers, leia também a nossa análise sobre o game Chroma Squad, que homenageia essas séries de televisão.

Preço

Na PSN, o jogo está R$ 61,50, Clique Aqui para saber mais.

Na Xbox Live, o jogo está R$ 74,95, Clique Aqui para saber mais.

Não encontrei o game na eShop brasileira e também na Steam.

Go Go Power Rangers

Considerações Finais

Caso você tenha crianças em casa, ou seja fãs de game de luta (ainda mais 3 contra 3), o game é extremamente divertido, e bem executado com seu sistema de combos.

Se você também gosta dos Power Rangers (ou de outros sentai), a nostalgia também vale a pena.

Agora se você gosta de variedade de personagens, ou liga para alguns detalhes como animações no modo Arcade, ou o detalhamento dos cenários, talvez seja melhor esperar para ver se em uma continuação ou numa nova versão essas melhorias sejam incluídas no game.

Confira abaixo, um vídeo de gameplay no nosso canal.

 

 

 

 

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Abraços pessoal, até a próxima.

About Daniel Atilio

Analista e desenvolvedor de sistemas. Técnico em Informática pelo CTI da Unesp. Graduado em Banco de Dados pela Fatec Bauru. Entusiasta de soluções Open Source e blogueiro nas horas vagas.

Daniel Atilio

Analista e desenvolvedor de sistemas. Técnico em Informática pelo CTI da Unesp. Graduado em Banco de Dados pela Fatec Bauru. Entusiasta de soluções Open Source e blogueiro nas horas vagas.

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